28 fevereiro 2015

O DIA EM QUE DESCOBRI O WAREZTUGA

  Nunca dei grande atenção a séries. Até então, a única que contava no meu registo era o Glee e quando entrei para a  Faculdade achei que já não era para mim, que estava crescida demais para dramas do liceu (cof cof) e larguei o espisódio semanal na manhã de sábado.
  Para dizer a verdade, até desdenhava de quem se perdia, madrugada adentro, preso ao monitor do portátil, apenas com a luzinha ténue do candeeiro da mesa de cabeceira, entre episódios e episódios das mais variadas sagas televisivas. 
 Mais a mais, nunca tive gostos muito semelhantes à maioria dos meus pares e as séries mais mainstream, onde habitam mortos-vivos, vampiros e rapazes lamechas, nunca me despertaram grande interesse.
  Quis o destino, faz agora uns meses, que uma professora de História de um semestre passado nos pedisse para ver um filme e fazer a respectiva crítica, em género de TPC divertido. Lembro-me de na altura não ter achado grande piada às estratégias ditas didácticas da senhora e ter pensado que leria uns resumos e lá conseguiria uma prosa inspirada para entregar.

18 fevereiro 2015

VIAGENS | VIAJAR COM BAIXO ORÇAMENTO?

  O que eu gostava mesmo era de passar um ano ou dois a dar a volta ao Mundo. Como não ganhei o Euromilhões e muito menos recebi uma herança milionária, vou cumprindo esse objectivo devagarinho. Um grupo de amigos e cá vamos nós, de quando em vez. No entanto, uma das coisas que reparei logo desde o início é que muitos deles apesar de terem essa vontade, desmoralizavam rapidamente devido ao valor que achavam  que não estava ao seu alcance. Enquanto estudante a viver fora da casa dos pais sei bem o dinheiro que se gasta todos os meses nos básicos. Como trabalhos só coisas esporádicas, dependo das minhas poupanças ao longo dos anos (já disse o quanto me orgulho de ter sido uma criança poupadinha?) para o fazer. Aqui ficam algumas coisas que aprendi com as últimas incursões. (É possível gente!)


1. Ser o nosso próprio agente de viagens
Divirto-me imenso a fazê-lo. Posso personalizar a viagem exactamente ao gosto do grupo, controlar todas as despesas e ainda aprender imenso enquanto pesquiso sobre os lugares que quero visitar.

2. Optar por acomodação alternativa
Bem-vindos ao século XXI! A ditadura dos hotéis terminou. Com tanta oferta basta ser original. Existem hostels e pousadas (ver Hostelword), que muitas vezes têm um ambiente muito mais informal, os parques de campismo, apesar de eu só arriscar nos meses quentes do ano e agora, através do Couchsurfing, até já é possível ficar, ao que parece, em casa de locais a custo zero.

3. Poupar na alimentação 
Percebi que muitas das vezes, a alimentação era um dos meus maiores gastos diários em viagem. Num hotel as refeições não incluídas são um balúrdio. A opção pode ser um supermercado ou um restaurante barato. Nos hostels costuma existir uma cozinha onde cada hóspede pode fazer a sua própria refeição. Basta arranjar uns recipientes herméticos, pôr nas malas e aí está a opção mais económica de todas. P.S. Verificar também as refeições incluídas na estadia escolhida. Por vezes 2/3€ a mais por diária não são grande dilema se o pequeno-almoço vier incluído.

14 fevereiro 2015

O PAPÃO DO GINÁSIO

  Vem aí um novo semestre e pelas minhas contas já levo seis meses a viver sozinha; isto é, fora da casa dos papás. Desde aí, tive de repensar as minhas lides dançarinas, já que ficando em Lisboa, seria impossível continuar a praticar no mesmo local.
  Dançar na capital é caro (fica a nota). Apesar de existirem imensos locais de sonho; que parecem ter sido tirados do filme Fame, a verdade é que tal como a maioria dos estudantes, não nado em dinheiro. Ainda me arrisquei nos primeiros tempos, mas tive de apelar à Carolina racional e cancelar a inscrição no final do ano.
  Rapidamente percebi (e as minhas ancas também fizeram o favor de me avisar) que ficar parada não era solução, pois o caminho seria uma trilha sem regresso rumo ao mundo dos monstrinhos das Bolachas. Tentei aqueles videos do Youtube que toda a gente conhece e apesar do meu problema não ser falta de motivação, senti que não estava a ser tão eficaz como antigamente.
  Última solução encontrada: ginásio da Faculdade. 
  Nunca tinha estado num ginásio antes e entrei lá um tanto a medo, tentando estudar os espécimes autóctones.  Pedi informações e como não me pareceu nada doutro do mundo, diz que me vou lá inscrever na segunda-feira. 
   Um certo medo apodera-se de mim quando penso nisto, mas há que ser corajosa e pegar o touro de frente. Uma passadeira não deverá ser assim tão difícil de usar e com um certo esforço hei-de me habituar a correr sem um objectivo em concreto. 
  Rezemos para que os próximos episódios sejam igualmente entusiásticos.  

19 janeiro 2015

OUTROS ESPAÇOS | APRESENTAÇÃO



  Para que o Coucou Caroline fique livre dos meus outros projectos e continue a ser um local de opinião informal, decidi separar as águas. Assim, surgem dois espaços paralelos, que podem consultar na barra lateral do blog, caso seja do vosso interesse.

  O RUBOR é um apoio à minha curiosidade pela Maquilhagem. Nele vou partilhando pequenas dicas e expondo ideias. No futuro, espero oferecer os meus serviços e batalhar pela beleza natural e o meu lema less is more.

O ARCHImiúda é para a minha faceta aluna de Arquitectura. Visa ser um blog de nicho, que deve ser mais interessante para os restantes estudantes ou interessados pela área.

Um dia feliz!

RE(INÍCIO)

  Hoje começa uma nova fase do blogue. Tudo o que está para trás fica para mim, só para mim (chamem-me egoísta). Virão aí coisas melhores, disso não duvido.